segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Eu quero que você me bata, o mais forte que puder.


Dane-se o que você sabe. Você tem que esquecer o que você sabe, esse é o seu problema. Esqueça o que você sabe sobre a vida, sobre amizade e especialmente sobre você e mim.

Você me conheceu num momento muito estranho da minha vida.

Tudo o que você gostaria de ser, este sou eu. Eu tenho a aparência que você queria ter, eu sou esperta, capaz, e o mais importante, eu sou livre de tudo que você não é.

Se eu tivesse um tumor, seria com seu nome que eu iria chamá-lo.
Você... a afta no céu da minha boca que cicatrizaria se eu parasse de passar a língua, mas eu não consigo.

É, você sente muito, eu sinto muito, todo mundo sente muito, mas... eu não consigo mais fazer isso. Eu não consigo.
Sua mentira reflete a minha? Minha mentira reflete a sua?
Eu Sou A Vingança Sorridente Do Jack.

Você me fodeu, depois me esnobou. Você me ama, você me odeia. Você era sensível, dái se tornou um idiota... Isso explica algo?

Eu sou o inflamado sentido de rejeição do Jack.

Eu vou nos levar através disso. Como sempre. Eu vou carregar você, gritando e chutando, e no final, me agradecendo.

E então, algo aconteceu. Eu deixei pra lá. Perdido no esquecimento. Escuro e silencioso e completo. Eu encontrei a liberdade. Perder todas as esperanças era liberdade.

Eu quero que você me bata, o mais forte que puder.
Eu não quero morrer sem cicatrizes.

Eu sou duto biliar irado do Jack.
Eu sou o suor frio do Jack.
Eu sou o coração partido do Jack.


(formulado com trechos de Fight Club)

Esta é a vida e está acabando a cada minuto.


Nós somos os filhos do meio da história, sem propósito ou lugar. Não tivemos uma Grande Guerra, não tivemos uma Grande Depressão. Nossa grande guerra é a guerra espiritual, nossa grande depressão é a nossa vida.

Fomos criados pela televisão para acreditar que um dia seríamos ricos, estrelas de cinema e da globo. Mas não seremos. E estamos aos poucos aprendendo isso. E estamos muito, muito revoltados.

Será que não acreditamos em nosso próprio trabalho? Por que nos sentimos mais seguros com um emprego do que com nós mesmos?

Você fica tão impressionado com a autoridade daqueles que a exercem sobre você?

Você não é o seu emprego. Você não é quanto dinheiro você tem no banco. Você não é o carro que você dirige. Você não é o conteúdo da sua carteira. Você não é as calças cáqui que veste. Você é toda merda ambulante do mundo.

Por que esquecemos que vamos morrer um dia e nossa vida terá sido sempre a mesma, sem ao menos percebermos que existimos e sim que existiram produtos que consumimos e trabalhos que exercemos? Não sabemos que quando morrermos não teremos mais nada disso, nem o trabalho, nem o consumo, e o que é pior, não teremos o que passamos recusando a vida inteira: 'nós mesmos'?

Auto-aperfeiçoamento é masturbação. Agora, auto-destruição...

A camisinha é o sapatinho de cristal da nossa geração. Você calça quando conhece um estranho. Dança a noite toda e depois joga fora. A camisinha não,... o estranho.

Somos uma geração fraca de Homens sendo criados por mulheres. É preciso e é verdadeiro se apegar emocionalmente a outra pessoa que precisamos para sermos felizes? Não há outros métodos?

É fácil chorar quando a gente sente que as pessoas que amamos vão nos rejeitar ou morrer...

Será que não vou me libertar de suas regras rígidas?
Será que não vou me libertar de sua arte inteligente?
Será que não vou me libertar dos pecados e do perfeccionismo?
Digo: evolua mesmo se você desmoronar por dentro.

Apenas depois do desastre nós podemos ser ressucitados.
Apenas depois que você perder tudo é que você esta livre para fazer qualquer coisa.
Sem dor, sem sacrifício, nós não teríamos nada.

Estou rompendo meus vínculos com a força física e os bens materiais, porque só destruindo a mim mesmo vou descobrir a força superior do meu espírito.

Esta é sua vida e ela está acabando a cada minuto.
Esta é a minha vida e ela está acabando a cada minuto...



(formulado com trechos de Fight Club)

Aleatórias (angry)

- Que vontade de mandar pro inferno gente que mente.

- Como alguém dorme em paz sabendo que mente e inventa pros proprios amigos pra fugir deles?

- Tô com um soco reprimido.

- Odeio gente que independente da situação, por mais nada a ver que seja arruma uma brecha pra meter o pau na igreja.

- Odeio quem justifica suas cagadas com as cagadas da igreja.

- Odeio quem justifica suas cagadas.

- É foda engolir falsidade.

- Certas pulgas realmente não saem da minha orelha.

- Tem hora que eu queria ser mais bobinha, que aí quando eu tivesse pagando de boba eu não me sentiria mal por saber que estou fazendo isso consicente, seria uma burrada inocente.

- Vontade de falar tudo que tá preso.

- Vontade de ser um pouquinho mais má (ou esperta?) e acabar com a felicidade de quem tem felicidade com mentira e falsidade. Mas se Deus não mente, então isso vai acabar logo logo. Vontade de ver a verdade aparecendo logo.

- Tem dias que eu acordo e resolvo ficar puta com tudo aquilo que eu ando amenizando nos dias normais.

- Que vontade de ser a vingança sorridente do Jack.

- Dei 2 meses pra certas coisas se resolverem.

domingo, 30 de agosto de 2009

DESDE QUANDO VOCÊ SE FOI


Mais uma história com um final,
mais um coração partido.
Um novo fim pra um amor normal,
Mais um choro sem sentido.
Não há razão pra te escrever,
Perdi a razão ao encontrar você
E as minhas palavras se misturam
Num mar de falsas canções
E te dizer...

Que amor não senti é mentir pra mim
E mesmo que seja melhor assim
Não posso negar que eu quero voltar
Eu sempre quis nunca precisar
Te dizer...

Que desde quando você se foi
Me pego pensando em nós dois
E eu não consigo ver onde que eu errei,
Se um dia eu fiz você chorar
Nem meses vão te recuperar
Mais uma chance pra mostrar que eu mudei.

Você diz que
É só de amor que eu sei falar
Mal sabes que se eu soubesse eu tentaria te ligar!
Pra dizer...

Que amor não senti é mentir pra mim
E mesmo que seja melhor assim
Não posso negar que eu quero voltar
Eu sempre quis nunca precisar
Nunca precisar

Que desde quando você se foi
Me pego pensando em nós dois
E eu não consigo ver onde que eu errei
Se um dia eu fiz você chorar
Nem meses vão te recuperar
Te perdendo eu cresci tanto
Que eu não sei se eu quero mais te encontrar...

Te perdendo eu cresci tanto
Que eu não sei se eu quero mais te encontrar.
Te perdendo eu cresci tanto...
Se eu quero mais te encontrar...
Se eu quero mais te encontrar.


(essa música do Fresno é maldoza!)

Nostalgia

Vi hoje no orkut de uma amiga algumas fotos antigas, e resolvi olhar algumas fotos antigas também, nossa... isso é tão estranho!!
Dá um aperto no peito e não sei bem o motivo, se é saudade, se é alegria, tristeza, ou tudo junto!

Eu poderia falar de mil coisas se fosse lembrar de tudo que já rolou na minha vida, mas hoje foquei em um ano, 2007.
Derrepente eu tinha resolvido me afastar de todos os meus melhores amigos por decepções que vi depois que eram besteira. Nesse tempo, resolvi dar uma volta por ai e conhecer tudo novo, ah se eu soubesse o que eu conheceria!
17 anos, eu ainda pesava 58kg, estava no terceiro colegial e ia no Garage 80! Há!
Foi o ano que eu descobri que amor existe e que é muito estranho e perigoso, nossa, como foi bom cada momento dessa descoberta, que hoje vejo o tanto que foi...bonitinha! haha! Medo, dúvida, choro, felicidade, porta de escola, encontros escondidos, amor infantil. Que saudade disso! Pena que amor de colegial, de 17 anos não é coisa que volta atrás mais! Mas o que eu vivi valeu a pena, vai dar muita história pra contar e eu adoro me lembrar! Como tanta coisa se tornou cômica hoje, choros que hoje me fazem rir, quantos momentos embaraçosos que me deixam sorrindo de pensar!

Me lembro a primeira vez que eu saí com o cara que eu estava apaixonada. Meu "primeiro encontro". Era um garoto com cara de criança, um ano mais novo que eu, que veio me buscar em casa de óculos e cabelinho de franja! haha! e eu parava e pensava "eu estou tendo um encontro!". Fomos á um teatro perto da minha casa, eu não sabia nem como me comportar! Durante o teatro aquele desconcerto de não saber o que fazer, se eu encostava, se eu pegava na mão, ou se eu ficava parada esperando alguma coisa acontecer, meu coração quase pulando pela boca! Quando derrepente eu decidi colocar a mão nas costas do garoto (que sentou na minha frente porque os lugares tinham acabado, haha), saimos de lá, demos uma volta pela redondeza mesmo e quando ele ia me deixar na porta de casa, minha mae ligou perguntando se eu e meu "amiguinho" não queriamos subir e tomar uam sopa, ai é claro que fomos! Minha mãe sacando que eu tava tendo um encontro e rindo da situação com ela mesma, e eu, feliz da vida. Quando subimos para o segundo andar pra ver um filme, sentamos no mesmo sofá meio recostados, eu sentia que meu coração ia explodir de tanta ansiedade, e derrepente, o menino começa a pegar na minha mão devagarinho, quase desmaiei! Ficamos ali de mãos dadas, sem conversar muito (acho que devido á uma "semgraçesa" mutua), ai lembro de passar a mão no cabelo dele meio desajeitada, e curti aquele momento como se fosse um ápice! Quando ele foi embora fiquei toda sorridente, carinah de menina apaixonada, deitei na cama e fiquei pensando em cada detalhezinho! E foi assim durante uma semana! haha!
Era tão legal, quando ele me buscava na porta da escola, isso pra mim era tudo de bom! Como eu acho lindo essas coisas de amor inocente...
Os encontros escondidos, os beijinhos, as cartinhas, os desenhos (desenhos! isso é muito bonitinho!!), as vezes que o garoto fugiu pra não levar da minha mãe, tudo! Tenho tudo guardado até hoje! Acho bom lembrar desses momentos, contar essas histórias pra minha filha um dia e mostrar tudo, compartilhar com ela quando ela tiver o "primeiro amor de verdade", ou daqui uns anos parar e ver como tudo mudou e como cada momento é gostoso e especial. Hoje mesmo vejo que tanta coisa mudou, tudo é tão diferente, as pessoas mudaram, muitas que passaram pela minha vida eu nunca mais nem vi, tudo é tão mudado na minha vida que ás vezes faz bem parar e ver o que deixei pra trás e adimirar a vida que eu soube fazer, com suas dores e delícias! E sim, cada momento é especial. É muito estranha essa sensação, mas muito gostosa...
Olho pra essas coisas e acho tudo tão...precisoso, tão bonitinho, tão fofo, tão bom de lembrar! As coisas passam, as pessoas passam, mas cada momento fica marcado, cada coisa constói um pouquinho da nossa história de vida.
Não sei se hoje em dia, devido á minha idade e experiência de vida, eu teria uma sensação dessas de "primeiros amores", mas eu gostaria!
Acho que se eu pudesse, eu escolheria alguns momentos pra viver de novo, que nem um sonho, e derrepente voltar pra realidade, só pra ter aquelas sensações e momentos outra vez.

sábado, 29 de agosto de 2009

Aleatórias

- Algumas pulgas não vão sair detrás da minha orelha tão cedo.

- Vou continuar fazendo "a legal". Por enquanto.

- Eu sempre desconfio que posso estar fazendo papel de boba.

- Sofro demasiado por suposições ou coisas que eu imagino.

- Me gusta tu beso, me gustas tu.

- To começando a me deprimir com a ida do Junim pra Londres.

- Me agonio por não ter paciência de esperar as coisas acontecerem logo.

- Prezo pela minha imagem sim, custe o que custar.

- De uns tempos pra cá, tenho vontade de beijar o espelho cada vez que olho pra minha imagem.

- "Please, Don´t Leave Me" da Pink, foi feita por telepatia pra mim. O clipe principalmente.

- Eu sou uma excelente cozinheira mexicana.

- Eu não sussego enquanto não acontecem as coisas.

Pra escutar e grudar na cabeça